Veja um deus do século 20 contra o qual fazer qualquer crítica é blasfêmia: Freud.
"À maneira da Ilustração, (Freud) considerou que o filosofar dos metafísicos só conduzia a abstrações inúteis. Sentia-se igualmente hostil aos filósofos para os quais, as era só consciência. Sua filosofia era empirismo científico encarnado numa teoria científica da mente" (Peter Gay, op. cit. p. 149)
Portanto, a psicanálise freudiana pretende ser puramente científica, racional e materialista.
Entretanto, todo o sistema de Freud tem raízes na doutrina cabalista, uma doutrina mística, defensora do irracionalismo (cfr. David Bakan, Freud e la Tradizione mistica hebraica, edizioni di Comunitá, Milano, 1977, título original "Sigmund Freud and the jewish mystical tradition", Nortrand, 1988).
Agora começam a aparecer obras que desmascaram a psicanálise, psicologia e seus falsos dogmas. Ainda há pouco, a revista Der Spiegel publicou artigo (republicado em tradução no Caderno de Cultura de O Estado de São Paulo, de 11 de julho de 1998) no qual Freud é inteiramente desmascarado.
Nesse artigo lemos que o psicólogo suíço Klaus Grawe considera totalmente ultrapassado o modelo tripartido (id, ego e super ego) do aparelho psíquico elaborado por Freud. Conforme Grawe, os conceitos freudianos "não frutificaram na teoria e na prática terapêutica". Isso quer dizer que, na opinião de Grawe, a Psicanálise é errada teoricamente e na prática não curou ninguém.
E agora ? Que dirão as madames do Café society e nossos cursos de psicologia de subúrbio, para quem ser ultrapassado é o maior desdouro ? Pois o Freudismo está ultrapassado, garante-nos Grawe.
No mesmo artigo verificamos que "o historiador britânico Richard Webster diz que ele (Freud) não passou do criador de uma complexa pseudociência, que deveria ser considerada uma das grandes loucuras da civilização ocidental".
E agora ? Como ficam os teólogos que têm como princípio fundamental estar de acordo com a Civilização Moderna ?
Para Webster, o Freudismo é "uma loucura da Civilização Ocidental "!
E que vergonha, o fato ocorrido no Concílio Vaticano II, onde Dom Mendes Arceo, o famigerado Bispo de Cuernavaca, defendeu que todos os religiosos e sacerdotes deveriam ser psicanalisados, tese que esse Bispo logo aplicou em sua diocese!
O freudismo foi defendido no Concílio Vaticano II, que deveria ter sido “o máximo” de sabedoria. Esse foi um dos frutos do "aggiornamento"- isto é - da modernização da Igreja apontado pelo Papa João XXIII. E a infabilidade Papal falhou!!
Um artigo do Jornal Der Spiegel nos diz que há vinte anos já começaram as críticas a Freud e à sua Psicanálise, e que "os veredictos dos críticos contra Freud, até agora, permaneceram sem efeito".
Espanta-nos que o imenso poder da mídia, garantido pela liberdade de imprensa e pelo fim de toda censura, tenha conseguido manter desconhecidas da opinião pública essas críticas demolidoras do freudismo. Veja que a liberdade de imprensa e o fim de toda censura, estabeleceram uma censura oculta, que só permite sejam conhecidos os ataques à Religião verdadeira, e jamais as críticas aos Budas do século 20.
Pois o Der Spiegel, com vinte anos de atraso - vinte anos! - nos informa que o médico vencedor do prêmio Nobel, Peter Medawar, declarou que a Psicanálise era "o mais terrível conto do vigário do século".
Quem jamais soube que esse Prêmio Nobel de Medicina fez tão demolidora acusação à Psicanálise ? Afinal, não é algo sensacional, próprio de grandes manchetes jornalísticas, um Prêmio Nobel de Medicina afirmar que "a psicanálise é o mais terrível conto do vigário do século"?
Como a imprensa, que tudo “informa”, deixou de colocar essa frase em grossa manchete de primeira página?
Por que os devotos de Freud não levantaram um grande alarido de protesto contra uma afirmação tão contundente e, segundo eles, tão sacrílega ?
Por que o público desconhece, tenha a Ciência Psicológica Moderna elaborado teses refutando Peter Medawar?
E será que os governos tomarão medidas concretas contra a aplicação deste "conto-do-vigário" nas pessoas?
No artigo de Der Spiegel lê-se ainda que Richard Webster, em seu livro Why Freud is wrong , afirma que "os relatórios terapêuticos do chamado livro fundamental da psicanálise são conto de fadas". Webster comprovou que nenhuma das cinco pacientes de Freud foi definitivamente curada. Freud elaborou uma ciência que hoje é tachada de "conto de fadas" .
O mesmo artigo narra ainda que Freud, ao tratar de uma paciente que sofria de uma doença já bem diagnosticada em seu tempo, e que certamente era bem conhecida pelo fundador da psicanálise, teimou em considerar seu mal como psicanalítico. Webster, por isso, diz que "os fundadores da psicanálise operavam no limite da charlatanice".
Vem-se, a saber, também que Karl Kraus considerava o esforço de convencimento sugestivo de Freud "um refinado engodo" .
Outra informação importante pela fama e consideração de que goza seu autor: o famoso filósofo Wittgenstein "se espantou pelo fato do pai da Psicanálise suspeitar da existência de motivos sexuais em quase todas as imagens de sonho, sem, no entanto, jamais descrever sonhos eróticos, mesmo que estes sejam tão freqüentes como chuva".
É curioso observar que os padres e teólogos católicos, que aprovam a psicanálise e que, portanto, devem aceitar as teorias de Freud, vendo motivos sexuais em qualquer gesto, mesmo os mais inocentes ou indiferentes, neguem que haja qualquer motivo sexual nas danças modernas, nos mais ousados trajes de praia, ou no carnaval, que esses padres consideram inteiramente inocentes e positivos, segundo a sua nova moral "aggiornatta".
No artigo do Der Spiegel lemos ainda que para o historiador John Farrell "a incansável disposição [de Freud] para pressupor a existência de um significado mais profundo e secreto em todas as manifestações, de sonhos a equívocos cotidianos, revela traços patológicos". "Farrell vê a desconfiança contra tudo e contra todos como uma marca da obra e da vida do psicanalista, atestando-lhe paranóia, com os sintomas característicos: megalomania, mania de perseguição, hostilidade, egocentrismo e a tendência a responsabilizar os outros pelos próprios erros e fraquezas".
Mais profunda ainda é a relação estabelecida por Richard Webster entre Freudismo e religião milenarista.
Diz o artigo de Der Spiegel : "Tal como outros iconoclastas, Freud passou de rebelde a criador de uma nova "ortodoxia", uma doutrina de salvação terrena, que ostenta claros aspectos das "tradições judaico-cristãs" . Webster "tenta explicar como o neurologista vienense - racionalista e agnóstico convicto - tornou-se o fundador de uma religião e guru de um movimento espiritual universal. Sua resposta: ambição desmedida e messianismo foram às forças-motrizes daquele que, no fim da vida, gostava de comparar-se a Moisés".
Neste ponto está a verdadeira compreensão do Freudismo; ele é uma nova moral de uma religião messiânica que pretendia abolir a Lei estabelecendo a libertinagem.
David Bakan em seu livro Freud e a mística Judaica demonstram como a doutrina de Freud é uma transposição das doutrinas gnósticas da cabala ao campo da Psicologia. Daí a irracionalidade e libertinagem do freudismo.
Em todo caso, é incrível ler um artigo em que afinal! - se afirma que o rei está nu. Que o freudismo e sua psicanálise são "conto de fadas", "o mais terrível conto-do-vigário do século", e "uma das grandes loucuras da civilização ocidental", que "atuava nos limites da charlatanice" e que foi criada por “um paranóico”.
As citações acima mencionadas tornam mais fácil compreender por que, ao embarcar com Freud para os EUA em 1909, Jung disse a Freud, referindo-se aos americanos: "Coitados, eles não sabem que estamos lhes levando a peste" (artigo de Luiz Zanin Oricchio, Uma curiosa ciência que nasceu polêmica, publicado em O Estado de S. Paulo, Caderno 2, 11.07.98).
Nas escolas de hoje, os estudantes ouvem - cada vez menos - seus professores de História contarem que os egípcios adoravam ao Boi-Apis, a quem prestavam um culto com cerimônias ridículas num templo imenso. E eles espantam os alunos de que na Índia, até hoje, se adorem as vacas. Entretanto, eles mesmos adoram John Lennon, Pelé ou Mike Jagger enquanto seus mestres adoram Marx e Freud, ao mesmo tempo em que se dizem darwinistas, seguem Buda e crêem na astrologia.
Nas mentes "intelectualizadas" pela cultura da TV, correm juntos computadores e astrologia, zen-budismo e marxismo, cristianismo e guevarismo, materialismo e superstição, etc.
Para Freud, a mente humana é escrava das pulsões do subconsciente, não tendo livre-arbítrio. Todos os atos são produto de movimentos do id. "A teoria da mente de Freud, em conseqüência é estrita e francamente determinista" (Peter Gay, Freud, uma vida de tempo, ed. Buenos Aires - Barcelona - México 1989, p. 150).
E o século 20, adorador dessa orgia moderna, chamada liberdade (a liberdade liberal da Revolução, que é defendida pelo Vaticano) contraditoriamente segue o credo freudiano que nega toda e qualquer liberdade do homem.
Para Freud, todos os problemas psíquicos advêm da repressão dos desejos e impulsos do inconsciente. Só a liberação desses desejos pela violação de todos os tabus e proibições morais e sociais é que daria sanidade mental ao homem. Desse artigo do credo freudiano é que nasceu o permissivismo do século 20, que condena qualquer repressão, qualquer disciplina, qualquer proibição religiosa ou moral – A própria Libertinagem em si, como uma regra moral.
Para os estudantes revoltados de 1968 da Sorbonne, era proibido proibir. A revolta estudantil de 1968 foi massacrada, mas seu lema triunfou. Hoje é proibido proibir. Tudo é permitido – Só “criticar” as pessoas usando uma bíblia, ou pregar Deus que não é permitido. Eles então, imploram: Nós fale qualquer coisa, lorotas, ou até mentiras, mas não nos fale de Deus.
Segundo o freudismo, o número de psicoses e de recalques e problemas psíquicos deveriam diminuir ou desaparecer através dessa liberação. Ora, o que se constata é que as clínicas estão lotadas de pessoas educadas e "formadas" no permissivismo freudiano.
Para Freud, todos os desejos deveriam ser satisfeitos e não dominados. O Budismo prega exatamente o oposto: viver é sofrer; a causa do sofrer é o desejo; é preciso, pois matar todos os desejos. O freudismo quer a satisfação dos desejos. O budismo quer a aniquilação de qualquer desejo. O "intelectual" do século 20, incrivelmente, é freudiano e budista ao mesmo tempo. Não é à toa que eles acabam tendo problemas psicológicos.
O freudismo vê todas as ações humanas como efeito de desejos sexuais. O marxismo vê tudo como efeito de problemas econômicos. Sexo para Freud, riqueza para Marx, tais são os motores da atividade dos interesses humanos.
Os mestres do século 20 conseguem juntar tudo em intelecto, Marx e Freud, dizendo que tudo é movido por interesses sexuais ao mesmo tempo em que tudo só ocorre por interesses econômicos. Seriam as prostitutas um exemplo de vida ?
Todas as gerações de nosso tempo tiveram que se prostrar diante de três ídolos intocáveis, novos Budas inventados pela "ciência" racionalista: Marx, Darwin e Freud.
Curiosamente, o êxito e o prestígio desses três pseudocientistas vinha do fato de terem trabalhado para a destruição da Religião como também do culto do homem iniciado pelo Humanismo Ateu do período renascentista.
Ao abandonar a Fé na Igreja e em Cristo, o chamado Mundo Moderno - com o qual a Igreja Católica quis se reconciliar no Concílio Vaticano II - instaurou o culto do homem. O homem - Único deus realmente adorado pelo mundo - Desde muito cedo teve, porém, teve seu culto abalado.
A Arte Moderna pintou-o como palhaço (Roualt), ou como um monstro (Picasso, Bacon).
Marx fez dele um ser movido apenas pelo interesse econômico.
Darwin nos apresentou como um chimpanzé transformado.
Freud o disse um poço sem fundo de ignomínias.
Os quatro negaram que ele fosse uma criatura feita por Deus à Sua imagem e semelhança. Dir-nos-ão que tanto a Arte Moderna quanto estes três Budas da Ciência nos apresentaram a imagem do homem, tal qual ele se encontra em nossos tempos.
Há de se convir então, que se esta apresentação é verdadeira, o homem fruto da "Civilização Moderna" é a maior prova do horror e da falsidade desta pseudocivilização.
Marx - este Buda barbudo filho, do casamento do Materialismo com a Economia - Morreu soterrado sob os escombros do Muro de Berlim em 1989.
Darwin agora agoniza, mortalmente ferido pelos avanços das descobertas da Química Biológica e das pesquisas paleontológicas, enquanto suas viúvas choram, acariciando seus venerados sagüis.
Freud - Buda até há pouco intocável, balança em seu pedestal devido às críticas de que tem sido alvo.
O que Marx e Darwin foram a certas sacristias, nas universidades e na mídia - santuários do culto materialista - Freud foi a círculos pretensamente intelectuais e nas rodas do café society: o Papa de uma nova religião do permissivismo, absolutamente antagônica à palavra de Deus.
Assim, no panteão das cabeças atéias de nossa época, convivem estes ídolos mais contraditórios.
Tantas contradições só se explicam porque no fundo, o que se idolatra hoje é o homem. Esse é o ídolo real que está por trás de todos os “ídolos” personificadores dos vícios humanos.
O que explica tanta contradição é o amor ao homem e ao mundo. Ou seja, o ódio a Deus.
Os homens em sua maldade, se ajuntaram, e pregaram aquilo que a carne quer, porque para eles, seria bom que a Bíblia nunca existisse.
O pior de tudo, é ver que eles foram reprovados pelos ateus mundo afora, através da teoria/pratica.
E os neo-pentecostais, bem felizes, adotando todas estas coisas de maneira indireta em suas igrejas.
Coisas tão podres, que até os ateus estão rejeitando.
Pentecostal --> Está na hora de abrir seus olhos para a
verdade.
Marcelo Gross